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Recibo de Motorista: Modelo Grátis para Corrida, Diária e Reembolso

Modelo de recibo de motorista para preencher online com trajeto, data e valor. Baixe grátis em PDF ou Word, para corrida, diária ou reembolso.

Recibo de Motorista


R$ 0,00

Recebi de , inscrito(a) no CPF/CNPJ sob o nº , a importância acima discriminada, referente ao seguinte serviço de transporte: .

Para maior clareza, firmo o presente recibo e dou plena, geral e irrevogável quitação pelo valor recebido.

Contratante
CPF/CNPJ do contratante
Motorista
CPF/CNPJ do motorista
Origem
Destino
Data e hora da viagem
Veículo
CNH do motorista
Forma de pagamento
Pix

,

 

Documento gerado em recibosonline.ia.br

Faltam: Valor, Serviço de transporte, Nome do passageiro ou contratante e mais 2

O que é o recibo de motorista

Recibo de motorista é o documento em que quem dirigiu confirma ter recebido o valor de uma viagem, de uma diária ou de um período de transporte, e descreve o trajeto que foi feito. Ele cumpre a função de quitação prevista nos artigos 319 e 320 do Código Civil: encerra a obrigação e impede que o mesmo valor seja cobrado de novo.

A diferença em relação a um recibo comum está no que o papel precisa provar. Em transporte, o que se discute depois quase nunca é o valor sozinho: é qual viagem foi paga, em que dia, saindo de onde e indo para onde. Por isso este modelo traz origem, destino, data e hora da viagem, veículo e número da CNH, campos que o recibo genérico não tem.

O transporte de pessoas está tratado nos artigos 730 e 734 do Código Civil, que definem o contrato de transporte e a responsabilidade de quem conduz pelos danos causados ao passageiro. Nada disso exige forma escrita, e é justamente por isso que o recibo importa: sem documento, a viagem e o pagamento dependem da memória das duas partes.

Quando usar

  • Corrida particular combinada fora do aplicativoPassageiro conhecido, viagem agendada direto com você, pagamento em Pix ou dinheiro. Não existe recibo da plataforma para essa corrida, e o documento assinado é o único registro dela.
  • Motorista particular ou executivo por diáriaDiária, meia diária, evento, casamento, atendimento a executivo em viagem. O recibo fecha o combinado de horas e registra extras como pedágio, estacionamento e hora adicional.
  • Traslado de aeroporto e viagem intermunicipalServiço contratado por hotel, agência ou empresa. Origem, destino e horário no papel são o que permite conferir o serviço contra a reserva feita.
  • Reembolso de deslocamento por empresaA empresa que paga o transporte de um funcionário, de um candidato ou de um convidado precisa do comprovante assinado para lançar a despesa na contabilidade.
  • Transporte escolar e fretamento contratado diretoPagamento mensal feito pelas famílias ou pela contratante. Um recibo por competência, com o período no campo do serviço, organiza o controle do ano inteiro.

O que vai em cada campo

  1. 1
    Número do reciboVem preenchido automaticamente e não é exigido por lei. Serve para localizar uma viagem específica meses depois, quando o contratante pedir a segunda via.
  2. 2
    ValorDigite apenas os números. Informe o valor efetivamente recebido: se a empresa reteve INSS ou ISS, o líquido vai aqui e o desconto é detalhado nas observações.
  3. 3
    Serviço de transporteDescreva o que foi prestado com detalhe suficiente para identificar a viagem daqui a um ano. Traslado do aeroporto ao hotel, com espera de 40 minutos, diz mais que serviço de transporte.
  4. 4
    OrigemPonto de partida, com endereço, bairro ou referência clara. Em cobrança por diária, deixe em branco e explique o regime no campo do serviço.
  5. 5
    DestinoPonto final da viagem. Roteiros com várias paradas ficam melhor descritos por extenso no campo do serviço, na ordem em que ocorreram.
  6. 6
    Data e hora da viagemO momento do transporte, que pode ser diferente da data do pagamento. Em diária, use o intervalo trabalhado, como 12/08/2026, das 7h às 19h.
  7. 7
    Veículo e placaOpcional para o recibo valer, quase sempre pedido por contratante empresa. Modelo, cor e placa identificam o carro que fez o serviço.
  8. 8
    CNH do motoristaNúmero de registro da habilitação. Fica em branco em corrida entre pessoas físicas e costuma ser exigido em contratação por empresa, hotel ou agência.
  9. 9
    Forma de pagamentoPix, dinheiro, transferência, cartão ou boleto. Registrar é o que permite casar o recibo com o extrato bancário depois.
  10. 10
    Passageiro ou contratanteNome e CPF de quem viajou, ou razão social e CNPJ da empresa que pagou. Quando quem paga é diferente de quem viaja, use os dados de quem paga e cite o passageiro nas observações.
  11. 11
    MotoristaSeus dados como constam no documento de identidade. É quem assina e assume a quitação do valor recebido.
  12. 12
    Cidade e data do pagamentoLocal e dia em que o dinheiro foi recebido. O artigo 320 do Código Civil cita tempo e lugar entre os elementos da quitação.
  13. 13
    ObservaçõesEspaço para pedágio, estacionamento, hora de espera, quilometragem rodada, retenções e nome do passageiro quando ele não é quem paga.

GuiaComo preencher um recibo sem errar traz os erros que tiram a força do documento e o que fazer quando falta um dado.

Três situações que pedem respostas diferentes

Motorista de aplicativo procura este documento quase sempre por um de dois motivos: comprovar renda ou dar recibo de uma corrida combinada por fora. Para comprovação de renda, o recibo que você mesmo emite tem peso pequeno, porque é declaração unilateral. O que banco, financeira e imobiliária costumam aceitar é o extrato de ganhos da plataforma somado ao extrato bancário do período, e o recibo entra como complemento das corridas particulares que não passaram pelo aplicativo.

Motorista particular e executivo contratado por diária ou por viagem tem outro problema: o combinado costuma ser verbal e o pagamento vem depois do serviço. Aqui o recibo é o fecho do acordo, e o campo do serviço faz o trabalho pesado ao registrar quantas horas foram contratadas, o que estava incluído e o que foi cobrado à parte. Serviços que se repetem ganham com numeração contínua, que transforma papéis avulsos em histórico.

Empresa que reembolsa deslocamento precisa de um documento que a contabilidade aceite. O setor fiscal olha três coisas: identificação de quem recebeu, descrição que ligue a despesa à atividade da empresa e valor com data. Um recibo que diz apenas transporte, sem trajeto e sem data da viagem, costuma voltar para correção. Preencher origem, destino e data e hora resolve a maior parte dessas devoluções.

Recibo, nota fiscal e RPA

Recibo prova o pagamento entre as partes. Nota fiscal registra a operação perante o fisco e é obrigação de quem tem inscrição municipal. Motorista pessoa física, autônomo, emite recibo e não nota. Quem tem CNPJ segue a regra do município: o transporte de natureza municipal é tributado pelo ISS, pelo item 16 da lista anexa à Lei Complementar 116/2003, enquanto viagens entre municípios ou estados entram no campo do ICMS.

O RPA é uma terceira coisa e é onde mais aparece confusão. Ele é o instrumento pelo qual a empresa paga uma pessoa física sem vínculo, descontando a contribuição previdenciária do valor e recolhendo em nome dela, conforme o artigo 4 da Lei 10.666/2003, com o motorista na condição de contribuinte individual do artigo 12, inciso V, da Lei 8.212/1991. Quem monta o RPA é a contratante, dentro do sistema de folha dela. Este site não emite RPA.

Na prática as duas peças convivem: a empresa processa o RPA e pede ao motorista o recibo assinado do valor líquido, para anexar ao pagamento. Se você recebeu menos do que combinou, é quase certo que a diferença foi retenção, e o recibo deve registrar o valor recebido de fato, com o desconto detalhado nas observações.

O que este recibo não faz

  • Não substitui o extrato da plataformaPara financiamento, cartão e aluguel, o documento que costuma ser aceito é o relatório de ganhos emitido pelo aplicativo, com o extrato bancário correspondente. O recibo próprio complementa, não substitui.
  • Não é nota fiscalQuem tem obrigação de emitir nota continua obrigado, mesmo entregando recibo. O recibo não recolhe nem comprova recolhimento de tributo algum.
  • Não é RPA e não recolhe INSSO gerador não produz Recibo de Pagamento a Autônomo nem calcula retenção previdenciária. Esse processamento é da empresa contratante.
  • Não cria nem afasta vínculo de empregoA relação é definida pelos fatos, não pelo papel. Direção habitual para um único contratante, com horário e ordens diretas, é analisada pela Justiça do Trabalho pelo que acontece na rotina.
  • Não autoriza o transporte remuneradoDirigir passageiro por dinheiro depende de habilitação com anotação de atividade remunerada, do artigo 147 do Código de Trânsito Brasileiro, e do cadastro exigido pelo município nos termos dos artigos 11-A e 11-B da Lei 12.587/2012. O recibo não supre nenhuma dessas exigências.
  • Não prova que a viagem aconteceu de um jeito específicoO documento registra o que as partes declararam. Discussão sobre atraso, itinerário ou dano ao passageiro se resolve por outras provas, como mensagens, rastreamento e testemunhas.

Depois de gerar o recibo

Imprima duas vias, uma para o passageiro ou contratante e outra para você, ou envie o PDF assinado. O botão de impressão monta as duas vias na mesma folha A4, com linha de corte. Assinatura eletrônica é aceita quando permite identificar quem assinou, conforme a Medida Provisória 2.200-2 de 2001, e para pagamento corrente a assinatura simples cumpre a função.

Reconhecimento de firma não é exigido para o recibo valer. Ele só entra em jogo em valores altos ou quando o contratante pede, e o efeito concreto dele é provar que a assinatura pertence mesmo àquela pessoa, o que evita a alegação de assinatura falsa. Para corrida e diária, o custo do cartório raramente se justifica.

Guarde os recibos por pelo menos cinco anos, prazo que serve tanto para a cobrança de dívidas líquidas quanto para a documentação que sustenta a declaração de imposto de renda. Quem dirige com frequência ganha em organizar por mês: o conjunto de recibos e extratos é o que sustenta o cálculo da parcela tributável de 60% prevista no artigo 9, inciso II, da Lei 7.713/1988.

Baixe o modelo pronto

Os arquivos abaixo trazem o exemplo preenchido, para você conferir o formato antes de gerar o seu. O PDF preserva o layout em qualquer aparelho; o Word permite editar o texto antes de imprimir.

Talão em branco para preencher à mão

Sai com as linhas de preenchimento vazias, sem número e sem data, para você completar à caneta na hora. É o mesmo layout do documento gerado online, com linha de corte entre as vias.

Perguntas frequentes

O banco aceita este recibo ou pede o extrato do aplicativo?

Para análise de crédito, banco e financeira costumam pedir o extrato de ganhos emitido pela própria plataforma, junto de extrato bancário dos últimos três a seis meses. O recibo emitido por você mesmo é documento unilateral e raramente sustenta sozinho uma comprovação de renda. Ele serve como registro de corridas particulares, que não aparecem no aplicativo, e como complemento do conjunto.

Quem dirige por aplicativo precisa dar recibo ao passageiro?

Na corrida feita dentro da plataforma, não. O recibo eletrônico da viagem é gerado pelo aplicativo e enviado ao passageiro, e ele já traz valor, trajeto e horário. Este modelo existe para a corrida combinada fora do aplicativo, para o transporte contratado direto e para quando o passageiro precisa de um documento assinado por você para prestar contas no trabalho.

Este recibo de motorista é um RPA?

Não. O RPA, Recibo de Pagamento a Autônomo, é o documento que a empresa contratante emite e processa na folha dela quando paga uma pessoa física sem vínculo, com desconto e recolhimento do INSS e informação nas obrigações acessórias. Este gerador não emite RPA. Ele produz o recibo de quitação assinado pelo motorista, que a empresa costuma anexar ao próprio RPA ou ao lançamento contábil.

Por que a empresa pagou menos do que o valor combinado da viagem?

Provavelmente houve retenção previdenciária. Motorista autônomo é segurado contribuinte individual pelo artigo 12, inciso V, da Lei 8.212/1991, e a empresa que contrata pessoa física desconta a contribuição do pagamento, conforme o artigo 4 da Lei 10.666/2003, respeitado o teto do salário de contribuição. Em transporte de natureza municipal ainda pode haver retenção de ISS. Registre o valor líquido recebido no recibo e detalhe o desconto nas observações.

Como preencho o recibo quando cobro por diária em vez de por corrida?

Deixe origem e destino em branco e descreva o regime no campo do serviço, algo como diária de motorista executivo de 8 horas, com veículo do contratante. Use a data e hora da viagem para marcar o período trabalhado. Hora extra, pedágio, estacionamento e combustível ficam nas observações, com o valor de cada item, para que o contratante consiga conferir a soma.

Preciso colocar o número da CNH no recibo?

Não é exigido para a validade da quitação. O campo existe porque empresa e agência de turismo costumam pedir a identificação do condutor para anexar ao processo de pagamento. Quem transporta passageiros de forma remunerada precisa ter a anotação de exercício de atividade remunerada na habilitação, prevista no artigo 147 do Código de Trânsito Brasileiro, e informar o registro no papel torna essa conferência mais direta.

A empresa consegue lançar este recibo como despesa de deslocamento?

Consegue, desde que o documento identifique o prestador com CPF ou CNPJ, descreva o trajeto e traga data, valor e assinatura. Para dedução do lucro real, a contabilidade normalmente exige também a demonstração de que a despesa é necessária à atividade, ligando a viagem a um cliente, obra ou evento. Preencha origem, destino e data da viagem: é esse conjunto que o setor fiscal usa para justificar o lançamento.

O que escrevo em origem e destino quando a viagem tem várias paradas?

Coloque o ponto inicial em origem e o ponto final em destino, e descreva o roteiro completo no campo do serviço, na ordem em que aconteceu. Roteiros com espera cobrada à parte pedem o registro do tempo parado, porque é a parte da conta que o contratante mais questiona depois.

Motorista de aplicativo precisa emitir nota fiscal da corrida?

Pessoa física que dirige como autônomo não emite nota fiscal, emite recibo. A nota é obrigação de quem tem inscrição municipal, e aí o transporte estritamente dentro do município é tributado pelo ISS, conforme o item 16 da lista anexa à Lei Complementar 116/2003. Viagem entre municípios ou entre estados sai do ISS e entra no campo do ICMS. Confirme a regra com a prefeitura antes de assumir que o recibo basta.

Como o imposto de renda trata o dinheiro que recebo dirigindo?

No transporte de passageiros, o artigo 9, inciso II, da Lei 7.713/1988 considera rendimento bruto 60% do total recebido, presumindo que os outros 40% cobrem combustível, manutenção e depreciação. Sobre essa parcela incide a tabela do imposto de renda, recolhida por carnê leão quando quem paga é pessoa física. Recibos e extratos organizados por mês são o que sustenta esse cálculo em caso de revisão.

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Modelos vizinhos, para quando o seu caso pede outro documento.

Aviso

Os modelos deste site são elaborados com base na legislação citada em cada página e servem como referência. Não substituem a orientação de um advogado. O preenchimento e o uso do documento são de responsabilidade de quem o emite. Este modelo se baseia em Código Civil (Lei 10.406/2002), artigos 319 e 320 (quitação); Código Civil (Lei 10.406/2002), artigos 730 e 734 (contrato de transporte de pessoas); Lei 12.587/2012, artigos 11-A e 11-B, incluídos pela Lei 13.640/2018 (transporte remunerado privado individual); Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/1997), artigo 147 (anotação de atividade remunerada na CNH); Lei 8.212/1991, artigo 12, inciso V (motorista autônomo como contribuinte individual); Lei 10.666/2003, artigo 4 (desconto da contribuição pela empresa contratante); Lei 7.713/1988, artigo 9, inciso II (parcela tributável no transporte de passageiros); Lei Complementar 116/2003, item 16 da lista anexa (transporte de natureza municipal).

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